16 de outubro de 2011

7 de agosto de 2011

14 de novembro de 2010

Isto preocupa-me.







Nunca o nosso país foi tão pequeno, tão apertado e sufocante. Olhar por cima da multidão parece impossível. O numero de vagas existentes nas universidades públicas, são demasiadas para o numero de postos de trabalho que existem, e não existe nenhuma adequação do numero de vagas por curso ao numero de profissionais que o mercado exige. Caminhamos rapidamente para um modelo de formação em série, em que se valoriza a quantidade a baixo custo acima da qualidade. E uma vez fora das universidades, os recém licenciados lutam por um espaço em que a única premissa é o preço do trabalho que realizam e não a sua qualidade.

No ano passado formaram-se cerca da 3000 arquitectos, e no entanto, todos os anos aumentam as vagas nas universidades. Não só há cursos de arquitectura a mais, como cada curso tem demasiadas vagas. A discussão do trabalho de arquitectura vai centrar-se no preço que cada arquitecto consegue fazer e não nas capacidades que tem, e na qualidade do trabalho que produz.

13 de novembro de 2010

Primeiro ponto de situação - Centro do Conhecimento







O primeiro ponto de situação de Projecto IV, uma pessegada. Interiores ainda não existem, e não há espaço para todo o programa. No bom caminho...

12 de novembro de 2010

Playboy Brasil





A evolução de várias gerações no Brasil resumidas numa única imagem. Genial...

2 de setembro de 2010

Minha




Acordo, abro os olhos, o teu silencio. Não consigo imaginar uma noite sem ti. Viste-me crescer, como pessoa, como homem. Deixaste-me cair no teu colo, e sempre me agarraste, sempre me empurraste, sempre me levaste para um mundo triste, onde as pessoas não falam, não obstante de contraírem todos os músculos até á exaustão , de desesperarem de uma dor azeda e intransmissível, de não saberem existir, de rasgarem com os dentes a pele, e a carne, e as unhas, na ânsia de expulsar um pedaço do ódio que têm por si. Aqui os dias não passam. Também não interessa, qual é o propósito dos dias onde não existe vida?
Acordo, abro os olhos, recupero o fôlego. Confiei-te os meus segredos, devolvi-te as minhas lágrimas, gritei até á exaustão agarrado a ti. Uma vez sufoquei, e suei ainda mais. Passei mal, mas continuavas colada a mim. O teu corpo moldava-se ao meu, a minha cara entrava em ti em movimentos subtis, quase eróticos.
Acordo, não quero. Sei que te vou deixar. Nos lençóis fica a mancha do meu suor, da nossa noite. Ficas-te deformada, contorcida, arrebatada do teu corpo. Já não te reconheço, não me lembro de ti assim, feia, mutilada, sufocada. Mas ainda te quero muito. Voltar. Todos os dias vou-te procurar, estendida na minha cama, só á minha espera, aguardando que te use. Foi para isso que nasceste, almofada.

17 de novembro de 2009

Não menos importante...




Ingredientes

* 16 sardinhas
* 1 cebola picada
* 4 tomates cortados em rodelas
* 3 colheres de sopa de óleo
* 1/2 xícara de chá de água fervente
* 1 cubo de caldo de legumes
* 6 talos de agrião


Modo de Preparação:

1. Limpe as sardinhas.
2. Coloque o óleo numa panela, junte a cebola e frite até que dourem.
3. Junte o caldo de legumes, dissolvido em água a ferver.
4. Deixe cozinhar durante 2 minutos.
5. Coloque as sardinhas numa forma.
6. Despeje o caldo quente sobre as sardinhas e cubra com as rodelas de tomates.
7. Asse no forno moderado preaquecido (180graus) por 30 minutos.
8. Sirva à seguir, enfeitado com o agrião.